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quarta-feira, 6 de agosto de 2014
ESCLARECIMENTO
Após algum tempo resolvemos mudar a proposta de nosso blog, em realidade não é uma mudança, mas sim um complemento de nosso objetivo, da nossa meta.
Pensando assim colocamos as seguintes considerações:
Falamos sobre espiritualidade e tal, e espiritualidade é um sentimento inerente à natureza humana.
Portanto nossa proposta é de união, devemos nos unir, seja nós Católicos, Evangélicos, Espíritas, Espiritualistas, Esoteristas, Rosacruzes e etc.
Essa união tem o objetivo de falarmos sobre o bem proceder.
A Moral em sua essência independe das religiões.
A Lei é uma em suas diversas manifestações.
Se analisarmos a fundo a essência de todas as religiões concluiremos que é a mesma.
Para Deus não existe católicos e evangélicos, espíritas e umbandistas, espiritualistas e ateus.
Para o Pai Celestial há filhos, uns que andam pelo caminho justo, ligado ao bem e os outros que por enquanto são injustos e caminham desse modo, podendo aqui e agora mudar o seu proceder.
Busquemos, portanto a união entre todos independente de credos religiosos, mantendo-nos unidos.
Essa é a proposta de fraternidade universal entre todos os filhos do Altíssimo.
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Igreja Católica Reconhece Comunicação com Espíritos II
Há algum tempo postei sobre a comunicação pela mediunidade de Carlos Pereira, do nosso Dom Helder Câmara, resolvi repartir, embora tardiamente aquela postagem em duas, para melhor compreensão dos leitores. Abaixo temos a entrevista que o editor fez com o Espírito de Dom Helder Câmara.
Na entrevista com Dom Helder Câmara, realizada pelos editores, o Espírito comunicante respondeu as seguintes perguntas sobre a vida espiritual:
Dom Helder, mesmo na vida espiritual, o senhor se sente um padre?
Não poderia deixar de me sentir padre, porque minha alma, mesmo antes de voltar, já se sentia padre. Ao deixar a existência no corpo físico, continuo como padre porque penso e ajo como padre. Minha convicção à Igreja Católica permanece a mesma, ampliada, é claro, com os ensinamentos que aqui recebo, mas continuo firme junto aos meus irmãos de Clero a contribuir, naquilo que me seja possível, para o bem da humanidade.
Do outro lado da vida o senhor tem alguma facilidade a mais para realizar seu trabalho e exprimir seu pensamento, ou ainda encontra muitas barreiras com o preconceito religioso?
Encontramos muitas barreiras. As pessoas que estão do lado de cá reproduzem o que existe na Terra. Os mesmos agrupamentos que se formam aqui se reproduzem na Terra. Nós temos as mesmas dificuldades de relacionamento, porque os pensamentos continuam firmados, cristalizados em determinados pontos que não levam a nada. Mas, a grande diferença é que por estarmos com a vestimenta do espírito, tendo uma consciência mais ampliada das coisas podemos dirigir os nossos pensamentos de outra maneira e assim influenciar aqueles que estão na Terra e que vibram na mesma sintonia.
Como o senhor está auxiliando nossa sociedade na condição de desencarnado?
Do mesmo jeito. Nós temos as mesmas preocupações com aqueles que passam fome, que estão nos hospitais, que são injustiçados pelo sistema que subtrai liberdades, enriquece a poucos e colocam na pobreza e na miséria muitos; todos aqueles desvalidos pela sorte. Nós juntamos a todos que pensam semelhantemente a nós, em tarefas enobrecedoras, tentando colaborar para o melhoramento da humanidade.
Como é sua rotina de trabalho?
A minha rotina de trabalho é, mais ou menos, a mesma. Levanto-me, porque aqui também se descansa um pouco, e vamos desenvolver atividades para as quais nos colocamos à disposição. Há grupos que trabalham e que são organizados para o meio católico, para aqueles que precisam de alguma colaboração. Dividimo-nos em grupos e me enquadro em algumas atividades que faço com muito prazer.
Qual foi a sua maior tristeza depois de desencarnado? E qual foi a sua maior alegria?
Eu já tinha a convicção de que estaria no seio do Senhor e que não deixaria de existir. Poder reencontrar os amigos, os parentes, aqueles aos quais devotamos o máximo de nosso apreço e consideração e continuar a trabalhar, é uma grande alegria. A alegria do trabalho para o Nosso Senhor Jesus Cristo.
O senhor, depois de desencarnado, tem estado com freqüência nos Centros Espíritas?
Não. Os lugares mais comuns que visito no plano físico são os hospitais; as casas de saúde; são lugares onde o sofrimento humano se faz presente.
Naturalmente vou à igreja, a conventos, a seminários, reencontro com amigos, principalmente em sonhos, mas minha permanência mais freqüente não é na casa espírita.
O senhor já era reencarnacionista antes de morrer?
Nunca fui reencarnacionista, diga-se de passagem. Não tenho sobre este ponto um trabalho mais desenvolvido porque esse é um assunto delicado, tanto é que o pontuei bem pouco no livro. O que posso dizer é que Deus age conforme a sua sabedoria sobre as nossas vidas e que o nosso grande objetivo é buscarmos a felicidade mediante a prática do amor. Se for preciso voltar a ter novas experiências, isso será um processo natural.
Mediunidade – Qual é o seu objetivo em escrever mediunicamente?
Mudar, ou pelo menos contribuir para mudar, a visão que as pessoas têm da vida, para que elas percebam que continuamos a existir e que essa nova visão possa mudar profundamente a nossa maneira de viver.
Qual foi a sensação com a experiência da escrita mediúnica?
Minha tentativa de adaptação a essa nova forma de escrever foi muito interessante, porque, de início, não sabia exatamente como me adaptar ao médium para poder escrever. É necessário que haja uma aproximação muito grande entre o pensamento que nós temos com o pensamento do médium. É esse o grande de todos nós porque o médium precisa expressar aquilo que estamos intuindo a ele. No início foi difícil, mas aos poucos começamos a criar uma mesma forma de expressão e de pensamento, aí as coisas melhoraram.. Outros (médiuns) pelos quais tento me comunicar enfrentam problemas semelhantes.
Foi uma surpresa saber que poderia se comunicar pela escrita mediúnica?
Não. Porque eu já sabia que muitas pessoas portadoras da mediunidade faziam isso. Eu apenas não me especializei, não procurei mais detalhes, deixei isso para depois, quando houvesse tempo e oportunidade.
Imaginamos que haja outros padres que também queiram escrever mediunicamente, relatarem suas impressões da vida espiritual.
Por que Dom Helder é quem está escrevendo?
Porque eu pedi. Via-me com a necessidade de expressar aos meus irmãos da Terra que a vida continua e que não paramos simplesmente quando nos colocam dentro de um caixão e nos dizem “acabou-se”. Eu já pensava que continuaria a existir, sabia que haveria algo depois da vida física. Falei isso muitas vezes. Então, senti a necessidade de me expressar por um médium quando estivesse em condições e me fossem dadas as possibilidades. É isto que eu estou fazendo.
Outros padres, então, querem escrever mediunicamente em nosso País?
Sim. E não poucos. São muitos aqueles que querem usar a pena mediúnica para poder expressar a sobrevivência após a vida física. Não o fazem por puro preconceito de serem ridicularizados, de não serem aceitos, e resguardam as suas sensibilidades espirituais para não serem colocados numa situação de desconforto. Muitos padres, cardeais até, sentem a proteção espiritual nas suas reflexões, nas suas prédicas, que acreditam ser o Espírito Santo, que na verdade são os irmãos que têm com eles algum tipo de apreço e colaboram
nas suas atividades.
Como o senhor se sentiu em interação com o médium Carlos Pereira?
Muito à vontade, pois havia afinidade, e porque ele se colocou à disposição para o trabalho. No princípio foi difícil juntar-me a ele por conta de seus interesses e de seu trabalho. Quando acertamos a forma de atuar, foi muito fácil, até porque, num outro momento, ele começou a pesquisar sobre a minha última vida física. Então ficou mais fácil transmitir-lhe as informações que fizeram o livro.
O senhor acredita que a Igreja Católica irá aceitar suas palavras pela mediunidade?
Não tenho esta pretensão. Sabemos que tudo vai evoluir e que um dia, inevitavelmente, todos aceitarão a imortalidade com naturalidade, mas é demais imaginar que um livro possa revolucionar o pensamento da nossa Igreja. Acho que teremos críticas, veementes até, mas outros mais sensíveis admitirão as comunicações. Este é o nosso propósito.
É verdade que o senhor já tinha alguns pensamentos espíritas quando na vida física?
Eu não diria espírita; diria espiritualista, pois a nossa Igreja, por si só, já prega a sobrevivência após a morte. Logo, fazermos contato com o plano físico depois da morte seria uma conseqüência natural. Pensamentos espíritas não eram, porque não sou espírita. Sem nenhum tipo de constrangimento em ter negado alguns pensamentos espíritas, digo que cheguei a ter, de vez em quando, experiências íntimas espirituais.
Igreja – Há as mesmas hierarquias no mundo espiritual?
Não exatamente, mas nós reconhecemos os nossos irmãos que tiveram responsabilidades maiores e que notoriamente tem um grau evolutivo moral muito grande. Seres do lado de cá se reconhecem rapidamente pela sua hombridade, pela sua lucidez, pela sua moralidade. Não quero dizer que na Terra isto não ocorra, mas do lado de cá da vida isto é tudo mais transparente; nós captamos a realidade com mais intensidade. Autoridade aqui não se faz somente com um cargo transitório que se teve na vida terrena, mas, sobretudo, pelo avanço moral.
Qual seu pensamento sobre o papado na atualidade?
Muito controverso esse assunto. Estar na cadeira de Pedro, representando o pensamento maior de Nosso Senhor Jesus Cristo, é uma responsabilidade enorme para qualquer ser humano. Então fica muito fácil, para nós que estamos de fora, atribuirmos para quem está ali sentado, algum tipo de consideração.
Não é fácil. Quem está ali tem inúmeras responsabilidades, não apenas materiais, mas descobri que as espirituais ainda em maior grau. Eu posso ter uma visão ideológica de como poderia ser a organização da Igreja; defendi isso durante minha vida. Mas tenho que admitir, embora acredite nesta visão ideal da Santa Igreja, que as transformações pelas quais devemos passar merecem cuidado, porque não podemos dar sobressaltos na evolução. Queira Deus que o atual Papa Ratzinger (Bento XVI) possa ter a lucidez necessária
para poder conduzir a Igreja ao destino que ela merece.
O senhor teria alguma sugestão a fazer para que a Igreja cumpra seu papel?
Não preciso dizer mais nada. O que disse em vida física, reforço. Quero apenas dizer que quando estamos do lado de cá da vida, possuímos uma visão mais ampliada das coisas. Determinados posicionamentos que tomamos, podem não estar em seu melhor momento de implantação, principalmente por uma conjuntura de fatores que daqui percebemos. Isto não quer dizer que não devamos ter como referência os nossos principais ideais e, sempre que
possível, colocá-los em prática.
Espíritas no futuro?
Não tenho a menor dúvida. Não pertencem estes ensinamentos a nossa Igreja, ou de outros que professam estes ensinamentos espirituais. Portanto, mais cedo ou mais tarde, a nossa Igreja terá que admitir a existência espiritual, a vida depois da morte, a comunicação entre os dois mundos e todos os outros princípios que naturalmente decorrem da vida espiritual.
Quais são os nomes mais conhecidos da Igreja que estão cooperando com o progresso do Brasil no mundo espiritual?
Enumerá-los seria uma injustiça, pois há base em todas as localidades.
Então, dizer um nome ou outro seria uma referência pontual porque há muitos, que são poucos conhecidos, mas que desenvolvem do lado de cá da vida um trabalho fenomenal e nós nos engajamos nestas iniciativas de amor ao próximo.
Amor – Que mensagem o senhor daria especificamente aos católicos agora, depois da morte?
Que amem, amem muito, porque somente através do amor vai ser possível trazer um pouco mais de tranqüilidade à alma. Se nós não tentarmos amar do fundo dos nossos corações, tudo se transformará numa angústia profunda. O amor, conforme nos ensinou o Nosso Senhor Jesus Cristo, é a grande mola salvadora da humanidade.
Que mensagem o senhor deixaria para nós espíritas?
Que amem também, porque não há divisão entre espíritas e católicos ou qualquer outra crença no seio do Senhor. Não há. Essa divisão é feita por nós não pelo Criador. São aceitáveis porque demonstram diferenças de pontos de vista, no entanto, a convergência é única, aqui simbolizada pela prática do amor, pois devemos unir os nossos esforços.
Que mensagem o senhor deixaria para os religiosos de uma maneira geral?
Que amem. Não há outra mensagem senão a mensagem do amor Ela é a única e principal mensagem que se pode deixar.“
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domingo, 3 de agosto de 2014
Reverencia pelas Coisas Sagradas
Primeiramente, temos que entender o que quer dizer reverencia.
Fui até o dicionário e pesquisei o que quer dizer essa palavra, encontrando o seguinte:
Reverencia quer dizer respeito, consideração.
É dever de todo homem de bem prestar reverencia à Deus, ao Criador de todas as coisas.
Deus a todo momento em nossa existência, como seres imortais, nos concede inúmeros motivos, se assim posso me expressar para que O reverenciemos.
Pensando nisso, meus irmãos, a cada amanhecer elevemos o nosso pensamento ao Pai Celestial agradecendo a ele nos ter concedido por mais um dia, a Vida, Sagrada concessão da Divindade para o nosso melhoramento.
Por ternos concedido a família que nos abençoa o destino, por nossos amigos que nos abençoa a existência.
Enfim, pelos inúmeros momentos que Ele nos concede para o nosso aprendizado na Terra.
Façamos desse momento, uma conversa que devemos manter com Nosso Pai que está nos Céus.
Ele, a Inteligência Suprema e a causa Primeira de todas as Coisas nos ama, e esse amor é sem limites.
Reverenciemos as coisas sagradas, à Deus a cada amanhecer e anoitecer, a todo o instante.
Agradecendo sempre pelo dia e noite que ele nos concede viver.
Ainda há, meus irmãos. outra maneira de reverenciar e respeitar à Deus além dessa conversa que devemos ter com nosso Pai.
A outra maneira que falo é simplesmente amá-lo através do nosso próximo.
Amemos o nosso próximo. amemos o nosso semelhante e todos aqueles que nos acompanham os passos nos caminhos do mundo.
É necessário que saíamos da acomodação, do comodismo que estamos inseridos.
Deus quer que nos amemos e essa Paz que tanto procuramos só se fará quando estiver habitando em nós, em nossos lares e por fim em toda a nossa sociedade.
Como disse Madre Tereza de Calcutá quando perguntaram a ela:
O que fazer para promover a paz no mundo?
Ela simplesmente responde: "Vá para casa e ame sua Família".
Prestemos assim reverencia pelo Sagrado e encontraremos a Paz, o amor que devemos ao que João, o Evangelista chamou: Amor e Jesus, nosso modelo e guia nos ensinou a chamar simplesmente "Pai".
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quarta-feira, 23 de julho de 2014
Consciência e Ecologia
“O Céu é meu Pai, ele me gerou. Tenho por família toda esta
corte celeste. Minha Mãe é a grande Terra. A parte mais alta de sua
superfície é sua matriz; lá o Pai fecunda o seio daquela que é sua
esposa e sua filha”. Poema Védico
Eis o que cantava o poeta védico há quatro ou cinco mil anos atrás e é sobre esse trecho que iremos fazer nossa reflexão.
Essas palavras podem soar estranhas a primeiro momento, mas se a analisarmos em profundidade iremos ver que ela nos apresenta a dupla natureza do ser humano, digo sua natureza divina e terrena.
Digo isso pois todos nós somos filhos do Céu e da Terra ao mesmo tempo.
Filhos do Céus pela nossa alma e Filhos da Terra pelo nosso corpo.
Prestem atenção, "O Céu é meu Pai, ele me gerou. Tenho por família toda esta corte celeste"
Há aqui ainda além da Paternidade do Pai Celestial, o principio de fraternidade que deve ter cada um dos seus filhos, pois tudo o que nos cerca é nossa família e por isso mesmo estamos interligados entre si.
"Minha Mãe é a Terra"Aqui vou utilizar um trecho do Evangelho Essênio da Paz que diz o seguinte:
“Vossa Mãe está em vós, e vós nela. Ela vos ilumina e ela vos dá vida. Foi ela quem deu
vosso corpo, e a ela devolvereis algum dia...
“O sangue que corre em vós nasceu do sangue de nossa Mãe Terrestre. Seu sangue cai das
nuvens, brota no seio da terra, murmura nos regatos das montanhas, flui espaçosamente
nos rios das planícies, dorme nos lagos e se enfurece nos mares tempestuosos.
“O ar que respiramos nasceu do alento de nossa Mãe Terrestre. Sua respiração é azul celeste
nas alturas dos céus, silva nos cumes das montanhas, sussurra entre as pétalas do
bosque, ondeia sobre os trigais, dormita nos vales profundos e abrasa no deserto.”
“Em verdade vos digo que o Homem é Filho da Mãe Terrestre, e dela recebeu o Filho do
Homem em todo seu corpo, do mesmo modo que o corpo recém-nascido nasce do seio de
vossa mãe. Em verdade vos digo que sois unos com a Mãe Terrestre; ela está em vós e vós,
nela. Dela nascestes, nela viveis e a Ela de novo retornareis. Guardai portanto Seus
mandamentos, pois ninguém pode viver muito nem ser feliz senão aquele que honra sua
Mãe Terrestre e cumpre Suas leis. Pois vossa respiração é a Sua respiração, vosso sangue,
Seu sangue, vossos ossos, Seus ossos, vossa carne, Sua carne; vossos intestinos, Seus
intestinos, vossos olhos e vossos ouvidos, Seus olhos e Seus ouvidos.”
Devemos entender meus irmãos que todos nós somos unos com a Terra, tudo que fizermos a ela retornará a nós. Portanto vamos cuidar da Nossa Mãe Terra para que possamos contribuir na preservação do seu seio que nos acolheu e que nos amamentou e amamenta até hoje. Cuidemos da Mãe Terra, ela que tanto nos abençoa sem pedir nada em troca. Cuidemos do nosso Lar.
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Elton
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