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domingo, 8 de junho de 2014

A Consciência e a Lei

“A Consciência nunca nos engana e é a verdadeira guia da
humanidade. Ela é para a alma o que o instinto é para o
corpo; quem quer que a siga persegue o caminho direto da
natureza e não necessita temer estar desorientado.”
Jean Jacques Rousseau, Filósofo francês


A consciência todos nós temos, absolutamente todos.

Ela é inerente a natureza humana e é sagrada ferramenta de que todo homem deve saber utilizar.

Ela é guia e não nos engana.

E por ser guia, segundo o ensino dos espíritos superiores, é na Consciência que está toda Lei de Deus, portanto todos nós sabemos quando estamos fazendo a coisa certa ou errada pois ela sempre nos acusa.

Deus em sua infinita bondade, Pai de toda a humanidade, não deixou um ser humano sequer sem essa sagrada guia, com a qual não devemos nos desviar do caminho reto e digno.

A consciência é para a alma e será sempre a Lei de Deus em nós.

Quem a segue não tem necessidade de temer o porvir, pois está cumprindo a Lei que nos abençoa os destinos.

domingo, 25 de maio de 2014

A Rosa e a Lei

“Desenvolvemos a rosa da alma por meio da cruz das existências físicas, até oponto em que a rosa desabrocha plenamente e seu perfumeinunda o universo...Então é a Iluminação e o serviço consciente no Grande Projeto Universal.”– Raymund Lebell, Rosacruz



Esse pensamento de Raymund Lebell nos traz muitas reflexões a respeito da nossa evolução pela matéria.

Consideramos que somos almas ou espíritos, você querido leitor, escolha.

É apenas uma questão de palavras.

Os amigos espirituais nos dizem que evitaríamos muitos aborrecimentos se nos entendêssemos a esse respeito.

Pois Há o Corpo material, mas nós não somos apenas Matéria.

Nossa Consciência não é esse corpo, ela sobrevive para além dele.

Entendendo isso, podemos seguir com a nossa reflexão.

Vamos desenvolvendo “a rosa da alma”.

E o que seria a Rosa da alma?

A meu ver a Rosa da Alma é a essência divina que existe em nós.

Deus nos Criou perfectíveis cabendo a nós o progresso da verdadeira essência.

E onde se dá esse desenvolvimento?

Se dá na matéria, toda vez que reencarnamos a fim de progredirmos através das várias existências , O nosso verdadeiro Eu.

Nossa verdadeira essência que está em estado de semente dentro de nós, necessitando de cuidados, de amor e de conhecimento para que ela desabroche.

E de existência em Existência vamos liberando o perfume da rosa, que seria o aperfeiçoamento, o progresso , fruto dos conhecimentos que formos adquirindo através das eras.

Entendendo assim que o progresso nos levará ao conhecimento das Leis Divinas que regem todo o universo, no passado e sempre!

Desse modo vamos colaborando com Deus e com nossos outros irmãos que também estão à serviço para que se cumpra por todo o Universo, A Lei.

sábado, 9 de novembro de 2013

Deus Não se Vinga


O que precede não passa de um preâmbulo destinado a servir de introdução a outras idéias.
Falei-vos de idéias preconcebidas, mas há outras além das que vêm das inclinações do
inspirado; há as que são conseqüência de uma instrução errônea, de uma interpretação acreditada num tempo mais ou menos longo, que tiveram sua razão de ser numa época em que a razão humana
estava insuficientemente desenvolvida e que, passadas ao estado crônico, só podem ser modificados por esforços heroicos, sobretudo quando têm para si a autoridade do ensino religioso e de livros reservados.
Uma destas idéias é esta: Deus se vinga.
Que um homem, ferido em seu orgulho, em sua pessoa ou em seus interesses, se vingue, isto se concebe; embora culpado tal vingança está dentro dos limites das imperfeições humanas.
Mas um pai que se vinga nos filhos levanta a indignação geral, porque cada um sente que um pai, encarregado da tarefa de criar os seus filhos, pode corrigir-lhes os erros e os defeitos por todos os meios ao seu alcance, mas a vingança lhe é interdita, sob pena de tornar-se estranho a todos os direitos da paternidade.
Sob o nome de vindita pública, a sociedade que desaparece vingava-se dos culpados; a punição infligida, muitas vezes cruel, não passava de vingança sobre as más ações do homem perverso; ela não se preocupava absolutamente com a reabilitação desse homem, deixando a Deus o cuidado de o punir ou de o perdoar. 
Bastava-lhe ferir pelo terror, que julgava salutar, os futuros culpados.
 A sociedade que surge não pensa mais assim; se ainda não age em vista da reeducação do culpado, ao menos compreende o que a vingança contém de odioso por si mesma; salvaguardar a sociedade contra os ataques de um criminoso lhe basta e, ajudada pelo temor de um erro judiciário, em breve a pena capital
desaparecerá dos vossos códigos.
Se hoje a sociedade se julga muito forte em frente a um culpado para se deixar tomar pela cólera e dele vingar-se, como quereis que Deus, participando de vossas fraquezas, se deixe tomar por um sentimento irascível e fira por vingança um pecador chamado ao arrependimento?
 Crer na cólera divina é um orgulho da Humanidade, que se imagina pesar bastante na balança divina.
Se a planta do vosso jardim não se desenvolve a contento, ireis encolerizar-vos e vos vingar dela? Não; se puderdes a soerguereis, apoiá-la-eis em estacas e, se necessário, a transplantareis, mas não
vos vingareis. Assim faz Deus.
Vingar-se, Deus? que blasfêmia! que amesquinhamento da grandeza divina! quanta ignorância da distância infinita que separa o Criador da criatura! 
Quanto esquecimento de sua bondade e de sua justiça! 
Deus viria, numa existência em que não vos resta nenhuma lembrança dos vossos erros passados, fazer-vos pagar muito caro as faltas cometidas numa época apagada em vosso ser!
Não, não! Deus não age assim; ele entrava o impulso de uma paixão funesta, corrige o orgulho inato por uma humildade forçada, retifica o egoísmo do passado pela urgência de uma necessidade presente, que leva a desejar a existência de um sentimento que o homem nem conheceu, nem experimentou.
 Como pai, corrige, mas, também como pai, Deus não se vinga.
Guardai-vos dessas idéias preconcebidas de vingança celeste, detritos perdidos de um erro antigo. 
Guardai-vos dessas tendências fatalistas, cuja porta está aberta para vossas doutrinas novas e que vos conduziriam diretamente ao quietismo oriental. 
A parte de liberdade do homem já não é bastante grande para diminuí-la ainda mais por crenças errôneas; quanto mais sentirdes vossa liberdade, sem dúvida maior será a vossa responsabilidade e tanto mais os esforços de vossa vontade vos conduzirão adiante, na senda do progresso.
                                                                                                                                     Pascal

RETIRADO: Revista Espírita de  Maio 1865

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Os Mensageiros e a Lei Divina

Muita Paz Meus Irmãos!
Deus em sua Infinita bondade envia em todos os momentos da humanidade, os seus Mensageiros que como Luzes do Céu nos vem trazer a Lei Divina.
Numa Explosão de Amor infinito, O Senhor Deus os manda à Terra, para que seus filhos se redimam e busquem a Luz.
Pois a Perfeição é o único destino dos seus Filhos.
Que a Luz cada vez mais brote e irradie sobre esse planeta que tanto nos auxilia e nos auxiliará na busca do progresso e da paz.
Sabes o que fazer, Filho meu, basta te colocares a Caminho!


Ditado pelo Espírito: Maria de La Pena.