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terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Encontros
Há encontros que a vida nos proporciona que se tornam importantes e inesquecíveis por diversos motivos e maneiras.
Os encontros com os amigos e companheiros de caminhada, que nem um dia pensamos em encontrar ao longo dessa vida, esse encontro nos trás alegria imensa. A alegria de estar junto, de vivenciar momentos e histórias, se tornando importantes e inesquecíveis.
A vida nos proporciona diversos encontros ao longo da nossa existência, nos faz acercar de pessoas que jamais gostaríamos de nos aproximar, os chamados inimigos, que um dia foram amigos, mas que por um motivo ou outro se desviaram da trilha da amizade. À distância nos faz bem e esses desencontros também nos fazem bem. Esses são os encontros e desencontros da vida
Mas hoje quero vos falar de um encontro não muito fácil, que exige coragem para trilhar a estrada que leva até ele.
Poucos ao longo da história tiveram coragem de trilhar esses caminhos, mas aqueles que o fizeram, ao final saíram da vida para entrar na história.
Os caminhos que falo não são fáceis de ser trilhados, pois nos colocam a descoberto e poucos têm coragem suficiente de deixar cair à máscara que por tanto tempo ostentam, têm medo de ficar nus, se porem a descoberto, deixarem-se livres das máscaras que voluntariamente colocaram em si.
Esses caminhos são difíceis de serem trilhados, exigem muita coragem daqueles que querem fazer a maior e melhor viagem que já foi feita, a viagem para dentro de si mesmo. Lugar onde não há mascaras, onde nós somos o que somos e não o que parecemos ser.
Lugar onde não há estereótipos, onde não há rótulos criados por nós para se esconder da verdade. Lugar onde poucos têm coragem de ir, lugar de autoconhecimento, onde nossos valores mais caros se escondem.
Valores que clamam: Venha até mim, é preciso que sejamos descobertos, essa é sua verdadeira essência. Por que têm medo de buscá-la? Seja corajoso, me busque e tudo terás.
Acima de tudo, é desse encontro que a humanidade necessita, o encontro consigo mesmo.
Já alcançamos ao longo do tempo várias conquistas nos mais diversos campos da vida humana, acredito que agora, quando chegamos ao ápice da evolução humana, tenhamos coragem o suficiente para realizar esse encontro, o encontro com nossa verdadeira essência, com nosso verdadeiro Eu.
Só assim conseguiremos resolver o restante dos problemas que atormentam a sociedade moderna. Acorda homem enquanto é tempo, busque-se através do mais recôndito de sua alma, entenda que só assim realizaremos juntos, unidos esse verdadeiro encontro com Deus, o deus em nós!
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Elton
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Autoconhecimento,
Espiritualidade
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
O Bonito e o Belo
A
Espiritualidade é mais que estar em sintonia com o Divino. Não é compreendê-lo,
mas admitir que Seus planos são perfeitos, aceitando-os e atingindo com isso a
paz interior e o ápice da felicidade. Não é considerá-lo inatingível por Sua
grandeza, porém ter sensibilidade de que pode-se alcançar a Deus dentro de si mesmo.
Não é achar que o sublime está somente no Céu, e sim observar que também se faz
presente entre a humanidade de maneira mais simples possível: no que é ‘belo’.
Partindo
disso, não se dá o devido valor ao belo. Vive-se em uma Era em que o bonito “é
o que há”. Assim como tudo o que é passageiro, o bonito de hoje, será o
ridículo de amanhã. O próprio significado da palavra já diz que bonito é o que
agrada aos sentidos, sem ser propriamente belo. É humano, transitório e ditado conforme
os costumes e hábitos da sociedade. O maior exemplo disso seria a moda, no seu
ciclo instável e crítico.
Já o
belo significa que possui forma perfeita ou proporções harmônicas; que é
elevado e sublime. É divino, diretamente desejado por Deus, constituído de
valores e permanente, passando-se por séculos, gerações ou eras ao longo dos
tempos. Pode-se dizer que a forma mais propícia de identificar se algo é benévolo
seria observando se é belo ou não. No plano terrestre, o belo comprova a
constante presença do Todo-Poderoso entre a humanidade, e o mais incrível, está
tanto nas coisas mais simplórias do cotidiano (como cita a bela a poesia
abaixo), quanto nas mais arrojadas, na diversidade e no sacrifício humano de ir
além de sua capacidade ao criar, transformar e cultuar.
Com
isso, cabe a nós, em nossa humildade discernir ambos. Não é mau achar bonito o
bonito. Infeliz é não enxergar o belo – apesar de estar em todas as partes – ou
não reconhecê-lo como sublime: este não chega até Deus; não vive
espiritualmente em paz. E é isso que está em extinção no mundo.
Ao
me deparar com uma árvore frondosa
De
tronco altivo e folhas vistosas
Uma
dúvida surgiu em minha mente
Cravou
em mim como uma semente
E
como a semente, início daquela visão
Refleti
sobre a emergente questão
O
que é a beleza, em sua essência?
O
belo, o bonito... alguma coincidência?
Era,
de fato, uma bela pergunta a se fazer
Aquela
paisagem bonita de se ver
Me
pôs a pensar em dois conceitos
Mas
com um olhar cada vez mais estreito
Quando
percebi o caminho que tomava
Voltei
à imagem onde eu estava
E
vi que não podia reduzir desse jeito
A
beleza a um simples conceito
É
belo aquilo que muito encanta
Até
mesmo o pássaro que canta
Com
sua simplicidade e beleza
É
belo em sua mais alta pureza
A
arte da vida, em todas as suas formas
Mostra
sua perfeição em tudo que forma
E
a natureza, essa fúria indomável
É
um palco com decoração louvável
Olhando
aquela árvore diante de mim
Guardei
meus pensamentos, enfim
Por
que buscar tantas definições
Se
posso apenas admirar as atrações?
Por: Aelson Michelato Filho” (Texto) e Rodolfo Mair Coelho (Poesia)
Postado por
Anônimo
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As Potencialidades da Alma
“Escuta-me, ó Homem! Tens tudo dentro de ti próprio. No mais intimo do teu Ser residem as faculdades que Deus te deu para que te sirvas dela”. Oscar Wilde.
Todo homem tem dentro de si faculdades que a própria Divindade, em sua Sabedoria nos concede, é como uma pedra preciosa que precisa ser descoberta e lapidada.
Devemos nos colocar a procura dessa pedra preciosa, realizando em nós a busca dessas faculdades que o Senhor da Vida nos concedeu. É Com o conhecimento e entendimento dessas faculdades que nos sentiremos plenos em nosso íntimo, encontrando assim a verdadeira felicidade.
A essência da felicidade não é algo exterior, mas sim fruto de um trabalho interno, de autoconhecimento.
Peçamos ajuda ao Pai Celestial para que possamos realizar esse autoconhecer, esse conhecer-se a si mesmo.
É através da busca do nosso Eu Verdadeiro que alcançaremos a verdadeira felicidade na terra.
Basta um movimento incessante nosso para que cada uma dessas faculdades seja descoberta e cultivada.
Jesus em seu Evangelho nos diz: “Vós sois deuses”, afirmando ainda que poderíamos se tivéssemos fé e não hesitarmos fazer obras maiores do que ele fez.
Assumamos o nosso papel de Herdeiros de Deus e Coerdeiros do Cristo.
Ele nos convida a descobrir em nós essas potências inerentes à nossa alma, ao nosso espírito.
Silenciemos pois, para que possamos ouvir esse chamado de Cristo em Nós.
Todo homem tem dentro de si faculdades que a própria Divindade, em sua Sabedoria nos concede, é como uma pedra preciosa que precisa ser descoberta e lapidada.
Devemos nos colocar a procura dessa pedra preciosa, realizando em nós a busca dessas faculdades que o Senhor da Vida nos concedeu. É Com o conhecimento e entendimento dessas faculdades que nos sentiremos plenos em nosso íntimo, encontrando assim a verdadeira felicidade.
A essência da felicidade não é algo exterior, mas sim fruto de um trabalho interno, de autoconhecimento.
Peçamos ajuda ao Pai Celestial para que possamos realizar esse autoconhecer, esse conhecer-se a si mesmo.
É através da busca do nosso Eu Verdadeiro que alcançaremos a verdadeira felicidade na terra.
Basta um movimento incessante nosso para que cada uma dessas faculdades seja descoberta e cultivada.
Jesus em seu Evangelho nos diz: “Vós sois deuses”, afirmando ainda que poderíamos se tivéssemos fé e não hesitarmos fazer obras maiores do que ele fez.
Assumamos o nosso papel de Herdeiros de Deus e Coerdeiros do Cristo.
Ele nos convida a descobrir em nós essas potências inerentes à nossa alma, ao nosso espírito.
Silenciemos pois, para que possamos ouvir esse chamado de Cristo em Nós.
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Elton
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Marcadores:
Alma,
Autoconhecimento,
Consciência,
Renovação,
Virtudes
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
A Trindade Santa
Para compreender melhor sobre o Cristianismo, deve-se começar por sua principal – e misteriosa – doutrina: a Santíssima Trindade. Como o próprio nome diz, é formada por três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo, que são o próprio Deus.
- O Pai é o CRIADOR e princípio de
todas as coisas visíveis e invisíveis. Citado desde o livro do Gênesis, é D’ele
que vimos e para Ele que retornaremos. É o próprio amor, justiça e verdade. Sua
ênfase como sendo o “Pai Nosso” é apresentada por Jesus nos trazendo a
confirmação de que somos Seus filhos e criaturas amadas, pertencemos a Ele. É
que cultuado e adorado por todas as religiões monoteístas.
- O Filho é o SALVADOR. Jesus Cristo,
base de toda doutrina Cristã, é considerado além de mestre e messias, o Emanuel
(Deus conosco), que veio para livrar-nos dos nossos pecados por meio do sangue
derramado por Sua crucificação e, a partir disso, nos deixar a certeza da
Ressurreição. Marca a renovação de um Era, tanto religiosa quanto histórica e filosófica
devido o Seu reconhecimento.
- O Espírito Santo é o CONDUTOR da
humanidade, o Espírito de Deus que habita todos os lugares durante todos os
séculos. Ele falou pelos Profetas, esteve com Jesus de seu nascimento até a sua
ressurreição e afirmou Sua grandiosidade no dia de Pentecostes, em que fez dos
medrosos Apóstolos, corajosas testemunhas de Cristo. Atualmente possui um amplo prestígio, principalmente entre
as Igrejas Pentecostais e Neopentecostais e na Renovação Carismática Católica.
Mistério complexo de se entender em
que três pessoas formam uma só divindade. Provavelmente jamais será
perfeitamente compreendido por nós, humanos, pois nossa capacidade de
raciocinar, é limitada. Estamos limitados, por exemplo, a um determinado tempo
e espaço, criados por Deus.
Assim como os animais de um modo
geral, em que, por mais inteligentes que forem, nunca terão raciocínio o
suficiente para falar ou realizar qualquer outra atitude exclusivamente humana,
nosso intelecto também é restrito. O enigma do Deus Trinitário está acima da
nossa racionalidade, pois quem criou a mesma, foi a própria Trindade.
Porém, segundo o Catecismo da Igreja
Católica, reconhecemos a razoabilidade desse mistério ao aceitarmos tal
revelação. Isso se dá somente conhecendo-se o Pai através do Filho: “Ninguém vai o Pai senão por mim. Se vós me
conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. Eu estou no Pai e o Pai está em
mim.” (Jo 14, 6-7; 11). Assim também o Espírito Santo através do Filho,
chamando Este à vida terrena no ventre da Virgem Maria (Mt1,18), que O atestou
como Filho amado (Lc 3,22), O conduziu (Mc 1,12) e O vivificou até o fim (Jo
19,30), expirando-O na cruz e, após a Sua ressurreição, doou-O aos Seus
discípulos (Jo 20,22).
Quando Deus
decidiu-se por Si, visando o Seu amor a Seus filhos, mostrou-nos que “Ele não é solidão, mas perfeita comunhão”, como disse o Papa
Emérito Bento XVI. Se Ele fosse só e solitário, não poderia amar desde toda a
eternidade. Com o simbolismo do número três, Ele nos confirma Sua infinita grandiosidade
e perfeição, utilizado em muitas crenças e culturas como o algarismo da
perfeição.
Como uma simples forma de esclarecer
tal Dogma, podemos tomar como exemplo de comparação a substância mais pura e
necessária para a sobrevivência: a água. Coincidentemente – ou não – ela possui
três estados, representado pelo gelo, pela água propriamente dita e pelo vapor.
São três formas completamente diferentes de uma mesma substância, formulação
química e essência – assim como a Trindade. Indo ainda mais a fundo, o gelo
melhor representaria o Filho, que toma uma forma sólida e concreta – no meio de
nós. A água líquida, o Pai, que, por sua maleabilidade é capaz de estar em
todos os lugares – em todas as diferentes religiões e credos monoteístas. Já o
vapor, simbolizaria o Espírito Santo que, apesar de também estar em todos locais,
muitos simplesmente ignoram a sua existência, porém sem ele a interferência
dele não haveria o clima amenizado – não haveria a paz. Talvez por isso
utiliza-se a água para sermos batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito
Santo.
Como aspecto último dessa análise,
por toda a Sua perfeição, podemos sempre nos lembrar que a Trindade Una é
completa porque é Amor. Já dizia Santo Agostinho que, onde existe Amor existe a
Trindade: um que ama, um que é amado e um que é fonte de amor.
A Perfeição da Santíssima Trindade se completa pelo amor e por amor
Por: Aelson Michelato Filho"
Postado por
Anônimo
às
23:51
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